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sábado, 12 de novembro de 2011

Protheus :: Junction :: Estendendo o RootPath a partir de diretórios Virtuais (Ligações Simbólicas)

As funções de manipulação de arquivos, no Protheus, são limitadas ao RootPath ou a arquivos locais. A exemplo da função File() que, segundo o tdn: “Determina se existe arquivo no diretório ou path AdvPL padrão.”(tdn:http://tdn.totvs.com.br/kbm#9722).

File, em seu segundo parâmetro nWhere; “Indica o local onde será realizada a procura do arquivo. Sendo: 0 = O acesso depende do path (Quando for um path relativo a procura será no Application Server; caso seja um path absoluto, a procura será no Smart Client). 1 = A procura será realizada no diretório de instalação do Application Server. 2 = A procura será realizada no diretório de instalação do Smart Client.” (tdn:http://tdn.totvs.com.br/kbm#9722).

Isso nos restringe ao ambiente Protheus. Às vezes precisamos que o Protheus abra arquivos em outras pastas que não as do client e nem as armazenadas no RootPath ou Application Server, para isso, para versões anteriores ao Windows Vista/7/Server 2008 (inclusive), que não disponibilizam Mklink, podemos usar o aplicativo Windows SysInternals :: Junction que cria, segundo a própria definição da Windows SysInternals, “Win2K NTFS symbolic links”. Usando Junction para o “mapeamento/criação” do “symbolic links” ou “Diretório Virtual” podemos “estender” o uso das funções de manipulação de arquivos do Protheus a exemplo: File(), Directory(), dbUseArea(), aDir(), dentre outras referenciadas no tdn como: Manipulação de arquivos, discos e I/O ou Banco de Dados\Funções genéricas.

Caso possua uma aplicação com arquivos suportados pelo Protheus e queira que as funções de manipulação de arquivos os acessem sem necessidade de uma cópia no RootPath; efetue o mapeamento utilizando Junction ou MkLink. Isso serve também para o caso de possuir pasta(s) compartilhada(s) onde armazene documentos comuns e que não são gerenciadas pelo ambiente Protheus.

Normalmente quando efetuo o “Download” do aplicativo Junction o faço na pasta system32 do SO. Seu uso é bem simples. Veja um exemplo:

RootPath do Protheus:

image

Diretório ao qual desejo que o Protheus tenha acesso e manipule dados:

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Usando Junction para criar o “symbolic link” teríamos:

image

image

e criamos o mapeamento

image

Podemos, agora, ter acesso aos dados a partir da “Ligação Simbólica” e…

image

a partir do Protheus, no exemplo usando o SDU, abrir e manipular as informações no diretório mapeado a partir do RootPath do Protheus

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Vou usar “symbolic links” na implementação do “Restore Point” ou “Ponto de Restauração” pois, no modelo definido, a restauração só poderá ocorrer em um ambiente diferente do ambiente atual que possui Root/Start(Path) e DBMS exclusivos.

[]s

иαldσ dj

5 comentários:

  1. Um apelido para este post genial seria:

    ["Visão além do alcance"]

    Parabéns mais uma vez, pela visão além do alcance que você possui, que você nos proporciona e que dá ao Protheus.

    Thunder, thunder, thunder, THUNDEEER CATS!
    http://y2u.be/VBkTIb4NtrA

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  2. Fica a dica ai p vc que veio ler esse post...

    Fiz o junction com a pasta [update] dentro de protheus data,
    para que todos os ambientes tivessem acesso a mesma pasta evitando que arquivos
    de updates sejam duplicados em locais diferentes e dessa forma, mantendo todos os ambientes
    atualizados com as mesmas lib, patchs, etc..

    Tenho a estrutura da seguinte forma:

    [Pastas]
    1. p10
    1.1 AtalhosP10
    1.2 pData
    1.2.1 P10_DataDefault
    1.2.1 P10_DataTestes
    1.2.1 P10_DataClienteX
    1.3 protheus
    1.4 update

    todas as 3 pastas dentro de pData acessam a mesma
    pasta [update] que esta um nível acima delas.

    Duvidas?

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  3. São muitas as possibilidades no uso de Junction e/ou MkLink.

    []s

    иαldσ dj

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  4. Sei que essa postagem é antiga, porém to tentando fazer um MKLINK /D com uma unidade de rede //server2/e$/arquivos. No windows funciona certinho. O problema é que o comando directory() não consegue listar os arquivos. Alguma dica pra essa situação?

    Grato,

    Eliandro.

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