
_Créditos da imagem: ChatGPT
**Eu dobrei a realidade e ela pediu arrego.**
Em um projeto recente de reestruturação no Protheus (TOTVS), peguei uma customização crítica: *reajuste de tabela de preços*. Processo pesado, sensível e que todo mundo já aceita como “lento mesmo”.
Depois de refatorar, revisar lógica, cortar regra morta e atacar os gargalos reais (SQL, índices, fluxo de execução), o retorno do cliente foi o melhor tipo de métrica que existe:
> “Os valores estão corretos…
> o tempo de execução está **5 vezes menor**.”
E o detalhe que não entra em KPI, mas diz tudo:
o cliente **não parava de rir** durante os testes.
* Rir de alívio.
* Rir de incredulidade.
* Aquele riso de quem passou anos achando normal esperar… e de repente o sistema simplesmente *responde*.
* Sem acesso a fonte padrão.
* Sem mexer no core.
* Sem milagre. Só engenharia.
Isso me fez refletir sobre algo que a gente quase não fala:
performance raramente é falta de recurso — quase sempre é **excesso de abstração**.
Framework demais, regra genérica demais, código que tenta resolver 200 cenários pra atender 1. No fim, quem paga a conta é o usuário olhando pra tela e pensando: *“isso devia ser mais rápido…”*
O mais irônico?
Se com customização externa já deu 5x de ganho, com fonte padrão o ganho não seria “mágico”. Seria só… remover gordura. Não músculo.
* Menos código.
* Menos camada.
* Mais dado.
* Mais realidade.
O sistema continua sendo Protheus.
A diferença é que agora ele anda como deveria.
E quando o cliente começa a rir durante o teste…
* você sabe que não otimizou um programa.
* Você **devolveu tempo de vida pra alguém**.
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> **performance boa não impressiona gerente — impressiona usuário.**
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